quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Let's talk about sex baby...


Bem mais activos que os japoneses, que em média fazem sexo apenas 45 vezes por ano, e também acima dos espanhóis (104), mas atrás dos gregos que lideram destacados em fogosidade (138 vezes ao ano), os portugueses fazem amor 108 vezes por ano, o que dá uma média arredondada de duas vezes por semana.

As conclusões, publicadas na edição desta quinta-feira do jornal Diário de Notícias, fazem parte de um estudo promovido, em 2005, pela marca de preservativos Durex, sobre os hábitos sexuais num total de 41 países, envolvendo 317 mil inquiridos.

Mercê da sua performance, Portugal ocupa o 18.º lugar no ranking dos países analisados, facto que, ainda assim, não impede que os portugueses se sintam tão insatisfeitos com a sua vida sexual quanto os japoneses (24%).

De acordo com o estudo, apenas 33% dos nacionais dizem estar satisfeitos com a sua vida sexual, o que representa uma taxa inferior à média dos 41 países (44%), ficando ainda abaixo da dos espanhóis (48%).

No conjunto de todos os países, os homens são quem menos se conforma com a frequência das suas relações sexuais: 41% gostaria de o fazer mais vezes, um valor claramente acima dos 29% de mulheres com a mesma reclamação.

Em Portugal, 19% dos homens e mulheres em conjunto gostaria de ter uma vida sexual mais activa.

Contudo, apesar das «queixas», apenas 7% dos 317 mil inquiridos consideram que a sua vida sexual é monótona - e em Portugal essa percentagem não vai além de três, o que, segundo o DN, não deixa de ser uma situação interessante.

Os locais para a prática do sexo são outra revelação, já que, sem contar com o quarto, as preferências vão maioritariamente para o carro (50%), com os portugueses a surgirem acima da média - 60% assumiu já ter feito amor no carro. Apesar disso, são os norte-americanos, com 70% a preferir sexo sobre quatro rodas, quem surge em primeiro lugar.

No top das preferências dos portugueses como local sexy vem, logo a seguir ao carro, a casa de banho (60%), embora não seja possível saber, por exemplo, se é a banheira ou o chão de ladrilhos que faz perder a cabeça aos amorosos.

Em terceiro lugar, os casais portugueses escolhem a praia como local exótico para fazer amor (44%), preferência em que apenas são ultrapassados pelos gregos (57%), croatas (54%), chilenos (52%) e neozelandeses (45%).

Neste ponto, refere ainda o DN, a imaginação não tem mesmo limites. Há quem eleja o trabalho como local erótico (15% de todos os inquiridos) - e os portugueses (13%) não ficam muito abaixo da média. Há quem o faça no parque (31% do conjunto dos inquiridos, e taxa igual para os portugueses), há quem perca a cabeça numa festa (27% em média), o que acontece com 39% dos portugueses. E há até quem já o tenha feito em aviões. É certo que esta é mesmo uma minoria (2% na média dos inquiridos, com os portugueses exactamente na mesma percentagem). Os islandeses (6%) são os campeões do sexo no ar.

Quanto a experiências diversas, há situações para todos os gostos, mas a mais comum é mesmo a da relação sexual ocasional: 44% de todos os inquiridos admitem que tiveram essa experiência de uma noite única com uma pessoa (os portugueses estão abaixo da média com 37%) e 22% confessam que tiveram relações extraconjugais - aqui os portugueses estão acima da média, com 24% a confessarem a sua infidelidade.

Os devaneios e fantasias dos portugueses vão do triângulo amoroso (12%) ao sexo tântrico (8%) e ao uso de um lubrificante (29%). Mas, curiosamente, é o sexo anal, com 44% de aderentes, que bate o recorde das preferências nesta matéria.


in http://forum.autohoje.com/off-topic/29997-sexo-portugueses-no-top-20-mas-insatisfeitos.html

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