Tenho anda a ver, ler e ouvir algumas opinioes sobre este tema da aprovaçao do casamento entre pessoas do mesmo sexo e ontem ouvi uma que me fez reflectir e perguntar se a homosexualidade é vista como um desvio sexual e, como tal, nao devemos descriminar estas pessoas da sociedade e dar-lhes plenos direitos, acho que entao os pedófilos um dia também virao reclamar essa mesma defesa nos seus casos, pois a pedofilia nao passa de um desvio sexual tal como a homosexualidade. Que pensarao essas "baratas tontas" que andam por ai tao contentes a festejar esta nova lei? E quando possam adoptar crianças vamos ter debaixo do mesmo tecto dois homens e umas crianças? Gostaria de saber...
sábado, 9 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
"Baratas tontas" já podem casar
Parece que dentro de pouco tempo também vou ter de aturar em Portugal umas "baratas tontas" a andar pelas ruas como cada vez mais se pode apreciar aqui em Espanha. Que tenham a maioria de igualdade de direitos que os demas casais aceito, mas nao lhe chamem casamento! Isto faz-me lembrar um dia que estava eu muito bem deitado a apanhar sol numa das piscinas madrilenhas e oiço a conversa de umas destas "baratas" que estavam ai perto a comentarem que no futuro o normal seria ser gay e nao hetero, e foi entao que descobri que a evoluçao da medicina é imparável. Parece que no futuro o cú desta "malta" além de servir para cagar e "levar com ele" vai também servir para sairem novos seres desta "espécie"!
A proposta de Lei do governo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovada no Parlamento com os votos favoráveis da esquerda. PS, PCP, Bloco de Esquerda e Os Verdes aprovaram o documento na generalidade, desce agora a apreciação na Comissão, na especialidade. As deputadas do Movimento Humanismo e Democracia (independentes mas eleitas nas listas do PS), Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda, foram as únicas parlamentares da bancada do PS que votaram contra a proposta do governo.
Na bancada do PSD, que teve liberdade de voto, apenas 7 deputados sociais-democratas se abstiveram, com os restantes a rejeitar a proposta.
O CDS-PP também votou contra o diploma do executivo, que foi apresentado pelo próprio primeiro-ministro e secretário-geral socialista, de José Sócrates, no início do debate que se prolongou por mais de três horas.
Os deputados rejeitaram os restantes projectos Lei, do Bloco de Esquerda, Verdes e PSD.
Os projectos de Lei do BE e o do PEV que não excluíam a adopção por casais homossexuais foram rejeitados com os votos contra do CDS e PSD. O PCP e um deputado do PSD abstiveram-se.
Já o projecto do PSD que previa uma união civil entre pessoas do mesmo sexo, em vez de casamento, foi rejeitado com os votos contra da esquerda, de um deputado do próprio PSD e de dois do CDS. Houve ainda 8 deputados do CDS e 3 do PSD que optaram pela abstenção.
Jornal I, por Liliana Valente com Agência Lusa, Publicado em 08 de Janeiro de 2010
Voltemos a 2009...
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Anteontem no Parlamento, embora o tom fosse excepcionalmente calmo, o conteúdo das intervenções do primeiro-ministro denunciou alguém que está tudo menos calmo. José Sócrates começa a ter reacções cada vez mais sintomáticas de quem se sente acossado. Acossado pela crise económica que dá apenas débeis sinais de poder inverter o seu curso em 2010, acossado pela derrapagem sem fim das contas do Estado, acossado pela oposição, à direita e à esquerda, e agora resolveu sentir-se também acossado pelo Presidente da República.
Uma banal frase de Cavaco Silva, dizendo o que todos pensamos - que é mais importante e urgente o desemprego e o estado das Finanças Públicas do que o casamento dos gays (mesmo para quem, como eu, concorda com ele) -, desencadeou uma absurda reacção de alguns irresponsáveis socialistas, ao que tudo indica, não apenas com o aplauso posterior, mas também o prévio incentivo do primeiro-ministro. Eis o que se chama deitar gasolina no fogo para transformar o incêndio numa cortina de fumo que não deixe ver mais nada.
No Parlamento, quando Manuela Ferreira Leite lhe perguntou pela décima quinta vez (e nunca serão de mais!) como vamos nós pagar as brincadeiras com comboios, aviões, pontes e auto-estradas, tudo o que Sócrates conseguiu responder-lhe foi que quem compromete as contas públicas é a oposição, ao aprovar a suspensão dos pagamentos especiais por conta do IRS e do IRC. Segundo ele, tal custará ao Estado 800 milhões de euros de receitas a menos (já foram 400, depois 600, agora o número vai em 800 e é provável que continue a subir, à medida que o desespero se vá instalando do lado das Finanças). A resposta revela três coisas: demagogia da parte de um Governo que tem permitido toda a espécie de contratos leoninos do Estado com os particulares, parcerias público-privadas feitas irresponsavelmente, operações ruinosas de salvação de bancos de vão de escada e contínuas injecções de capitais públicos em empresas públicas eterna e impunemente deficitárias, enfim, toda uma série de maus hábitos instalados na administração e cujos custos fazem os 800 milhões parecer uma gota de água num oceano de despesismo e incompetência absolutos; depois, a resposta esconde uma pequena mentira: a de que o Estado perderá assim uma receita, quando o que simplesmente se passa é que deixa de a antecipar, como até aqui; e, finalmente, mostra também a concepção que o PM tem do caminho para a salvação económica: tudo o que seja tirar dinheiro aos particulares e às empresas para dá-lo ao Estado, que depois o distribuirá pelos clientes dos grandes investimentos públicos, isso sim, é boa política.
São crescentes os sinais de desorientação na maioria e na governação do país. Claramente, não há um rumo definido para enfrentar estes tempos tão complicados, excepto a fé cega nos TGV e auto-estradas adjudicadas de qualquer maneira e por qualquer preço. Desenterrar dossiês como o da regionalização (a última coisa que José Sócrates gostaria de ter de enfrentar nesta conjuntura) apenas serve para mostrar a desorientação que se apoderou do primeiro-ministro e o seu desespero de espingardear para todos os lados, criando uma tamanha confusão no campo de batalha que já ninguém saiba quais as ameaças, onde está o inimigo, que estratégia e que armas usar. Perdido de si mesmo, Sócrates ensaia o papel do guerrilheiro, cercado por todos os lados mas disposto a resistir, numa qualquer Sierra Maestra que os Lelos de serviço ao PS propagandeiem. E daí a sua última tentação: trazer o Presidente para o campo de batalha e dar-lhe a escolher, de pistola apontada, uma de duas opções: ou está do nosso lado ou é inimigo.
Cavaco Silva paga, claro, o preço da irresponsabilidade cometida no Verão, quando, absolutamente a despropósito, resolveu, ele sozinho então, entrar na campanha eleitoral ao lado do PSD, para subscrever a patética tese da ameaça à democracia. A 'inventona das escutas', cozinhada em Belém e no "Público", deixou Cavaco exposto perante o país como alguém capaz de extravasar as suas funções e, ao contrário do que tanto gosta de apregoar, intrometer-se na intriga política - aliás, até, fabricando-a. Quem teve tal genial ideia, não apenas desserviu e comprometeu gravemente a liberdade de movimentos e o crédito do Presidente da República, como também ajudou a minar seriamente um dos pilares essenciais do equilíbrio de poderes constitucional. E hoje, quando precisávamos de Presidente, não o temos, tolhido pelo terror de voltar a dar outro passo em falso, que lhe poderia ser fatal, para a reeleição e para o resto. O Presidente está, de momento, fora de combate e, sabendo-o, Sócrates investe contra ele. O que significa que anda à procura de inimigos - o que significa que está desnorteado.
Esta sensação de desnorte atravessa todo o Governo, como um barco à deriva sem ninguém ao leme. Não se consegue enxergar um único ministro que pareça estar a governar, além da ministra da Educação, que tenta achar a meias com os sindicatos uma forma de governar a Educação. Mas já sabíamos (e nem era preciso esperar que o FMI viesse agora dizê-lo) que o falhanço das reformas tentadas pelo anterior e maioritário Governo de José Sócrates é a razão principal pela qual vamos ser o país de toda a zona euro que mais tarde e em pior situação irá sair da crise. Realmente, a história está contada de há muito e já só os farsantes é que podem fingir não saber: quando se tem oportunidade de mudar o que deve ser mudado e não se aproveita, a mudança só se fará depois à custa de muito sangue, suor e lágrimas. Até certo ponto, eu compreendo o desnorte de José Sócrates: quando quis mudar o que tinha de ser mudado enfrentou a oposição, a rua e todos os poderes corporativos instalados e depois desabou-lhe em cima uma crise financeira importada de fora e sem possibilidades de ser evitada; e agora, que já nada quer mudar mas apenas navegar à vista, acusam-no de nada fazer para enfrentar a tempestade que aí vem. Mas é justamente nestas alturas que os verdadeiros líderes se revelam... ou naufragam, sem honra nem glória.
Está a chegar a Luanda o mais recente brinquedo do Presidente José Eduardo dos Santos: um iate de luxo, seguramente comprado com o seu salário, que ronda os 4000 euros, e cuja tripulação é recrutada em Portugal, com vistos passados em 24 horas. E, enquanto o Presidente se prepara para navegar nas tépidas águas do Mussulo, a sua filha, a elegantíssima empresária Isabel dos Santos, não pára de aumentar a sua fortuna nascida do nada. Com a anunciada compra esta semana de parte do capital da Zon, Isabel dos Santos tem já investidos dois mil milhões de euros em empresas portuguesas. É um excelente negócio para estas empresas, que não apenas recebem capitais frescos como também recebem de braços abertos um parceiro estratégico que lhes garante participação nos melhores e mais favorecidos negócios angolanos. Pena que não reservem uma pequena parte dos lucros para financiar próteses para as crianças vítimas da guerra civil angolana, para construir habitação social para os milhões de favelados de Luanda ou para criar esgotos e infra-estruturas básicas que dêem à imensa maioria da população miserável condições mínimas de dignidade. Porque, até prova em contrário, a riqueza de Angola pertence a todo o seu povo e não apenas aos que se passeiam em iates de luxo e vêm a Lisboa comprar roupas de marca, jóias ou empresas de telecomunicações. Nunca tão poucos tiraram tanto a tantos.
Texto publicado na edição do Expresso de 24 de Dezembro de 2009
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Uma década inútil
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Os anos zero começaram com uma imensa esperança que, em parte, tinha que ver com o simbolismo da data, o início do terceiro milénio, e, em parte, advinha também de factores objectivos: o rescaldo da queda do Muro de Berlim e do fim da ameaça soviética, a resolução de vários conflitos regionais já fora de época, o fim do apartheid na África do Sul, os avanços da Índia e da China contrariando o seu anunciado destino de caos ingovernável, a globalização como factor potenciador da competitividade e do progresso e um crescimento económico que parecia sustentado em alicerces mais sólidos que nunca. Enfim, uma ordem económica internacional mais justa, uma menor tolerância para com as ditaduras, uma atenção mais séria aos problemas ambientais e energéticos. A chegada do terceiro milénio prenunciava, se não um tempo novo, pelo menos uma nova esperança.
Tudo visto e revisto, parece-me que a década da grande esperança foi, essencialmente, uma década inútil, para não dizer falhada. Mesmo aquilo que parecia fácil de avançar, como o combate às alterações climáticas e uma melhor gestão da energia e dos recursos esgotáveis do planeta, marcou passo ou regrediu mesmo, como ainda agora se viu com o grande fiasco de Copenhaga. E pequenas questões pendentes há décadas, onde o simples bom senso imporia uma solução óbvia - como o conflito israelo-palestiniano - continuaram exactamente no mesmo ponto de intransigência, sem que a comunidade internacional tivesse a determinação de impor uma solução, se necessário, à força. Tanto o clima como o Médio Oriente ilustram, aliás excelentemente, o que são estes tempos de impasse, governados por uma geração de líderes sem categoria e sem visão. Não foi por acaso que a chegada de Obama à Presidência dos Estados Unidos foi saudada pelo mundo inteiro como a vinda de um messias salvador.
De facto, nunca se dirá o suficiente sobre a tragédia que foram os oito anos da presidência Bush e o quanto o mundo, então unipolar, estagnou e regrediu com o maior idiota que a humanidade jamais viu à frente dos seus destinos. Mas, não nos podemos queixar de mais: já é uma sorte que o próprio mundo tenha sobrevivido a oito anos daquele incompetente e dos seus inacreditáveis homens de governo. Mas pagámos todos a factura e ainda continuaremos a pagá-la por muitos e maus anos.
A maior mentira da década foi a da existência de armas de destruição maciça, que justificaram a invasão do Iraque. A mentira grosseira, fabricada conscientemente por Bush e Blair e apadrinhada por dirigentes menores, como Berlusconi, Aznar ou Durão Barroso, custou e ainda custa um alto preço - não apenas no Iraque e no Afeganistão mas em cada cidade ou em cada aeroporto do Ocidente, onde a ameaça sempre presente da Al-Qaeda e do fundamentalismo islâmico tornou a nossa vida de todos os dias infinitamente pior. Em breve, viajar será um pesadelo e a bordo de um avião estaremos todos como prisioneiros. Prisioneiros de Osama Bin Laden, o verdadeiro homem da década - aquele que, infelizmente para o mal, mais mudou a nossa vida. Do fundo da sua gruta nas montanhas da fronteira do Afeganistão com o Paquistão, o homem que Bush jurou apanhar "vivo ou morto" derrotou o Ocidente com a mais eficaz das armas: a do medo. Por causa dele, não apenas viajar se tornou um suplício como tantos outros dos nossos direitos fundamentais, conquistados a longas penas no decurso da história, vão caindo por terra, um por um: hoje vivemos em sociedades policiadas, com cada pormenor das nossas vidas devassado a extremos impensáveis ainda há pouco. E, o que é mais grave, habituámo-nos: habituámo-nos a caminhar nas ruas de Londres com uma câmara a filmar-nos constantemente e onde quer que estejamos, habituámo-nos a ter os nossos telefones escutados, a nossa correspondência controlada e lida, todas as nossas andanças vigiadas ao minuto e ao quilómetro, a nossa vida profissional, financeira e pessoal inteiramente exposta aos olhares de polícias e magistrados que já ninguém controla. Eis no que Osama Bin Laden transformou as nossas democracias. Eis o que custou a mentira do Iraque - que teve prioridade sobre a necessidade evidente de ganhar a guerra no Afeganistão.
Curiosamente, porém, alguma coisa houve que fugiu ao controlo do big brother universal que nos governa: o capitalismo. Uma geração inteira de economistas ditos liberais quis acreditar que a libérrima concorrência era a solução única e planetária para o progresso das nações - de todas as nações. Um dia, quando se escrever com a necessária distância a história da crise financeira nascida nos Estados Unidos em 2008, será difícil acreditar como é que tão poucos conseguiram enganar tantos durante tanto tempo. E como é que tiveram o absoluto despudor de o fazer, sabendo que se arriscavam a enviar milhões de pessoas para o desemprego, a arruinar milhares de empresas com futuro, a roubar biliões de poupanças de uma vida a trabalhadores honestos. Mais difícil ainda será entender como é que, Madoff à parte, uma vez a crise ultrapassada à custa do sacrifício do dinheiro dos impostos de cidadãos inocentes, tudo retomou o seu caminho habitual, com os mesmos responsáveis à frente dos mesmos negócios e com os mesmos métodos e a mesma criminosa ganância a determinarem as regras do jogo.
Esta década sem sentido, sem nada de grandioso, sem estadistas como um Willy Brandt, um Gorbatchov ou um Mandela, reflecte a crise de valores morais, a crise de elites do mundo de hoje. As grandes causas do nosso tempo são a perseguição aos vícios ou prazeres alheios, o governo do politicamente correcto ou a preparação dos países para as histerias colectivas, normalmente cozinhadas por interesses comerciais ocultos (e tivemos vários nesta década, a começar logo pelo bug do milénio, seguido da epidemia das vacas loucas, as armas nucleares e químicas de Saddam Hussein, a paranóia do Antrax, a gripe das aves, e agora, para acabar em beleza, a gripe A - esse extraordinário embuste farmacêutico mundial).
É uma década que não deixa saudades. Nenhum facto verdadeiramente grandioso a marcou. Aqui e ali, e como era inevitável, a ciência avançou - sobretudo no domínio da medicina e das comunicações. Mas o mundo não ficou mais seguro, mais viável ou mais justo. A vida moderna não ficou mais agradável, os princípios éticos dominantes são os impostos por uma maioria imbecilizada, que não lê, não se informa e não reflecte - apenas troca opiniões sem fim e sem responsabilidade alguma na profusão de blogues, redes sociais e revistas de mexericos onde se imaginam a vanguarda de qualquer coisa importantíssima. Se alguma coisa caracteriza o nosso tempo é a legitimação da mediocridade. Esta foi uma década de avanço da mediocridade. Mas talvez a próxima seja uma época de exigência: se não por escolha, talvez por necessidade.
Texto publicado na edição do Expresso de 31 de Dezembro de 2009
Coimbra vista pelo Jornal "El Mundo"
Coimbra vista do lado espanhol. http://www.ocholeguas.com/albumes/2009/11/19/coimbra_sabiduria/index.html
Turista, esse ser tão estúpido
O Hotels.com, site de reservas de hotéis em todo o mundo, contactou os Postos de Turismo de algumas das principais cidades europeias, e chegou à conclusão que, não há nada como viajar, para nos libertar dos constrangimentos. Prova disso é que os turistas fazem as perguntas mais insólitas.
Eis as listas de algumas perguntas (no mínimo, estranhas) feitas em Postos de Turismo:
Em Itália:
- Desculpe, a que horas são as corridas de carroças no Coliseu?
- Quando é que os gladiadores começam a lutar no Coliseu?
- Posso dormir nas catacumbas?
- Esta múmia é uma pessoa morta? (numa exposição do Museu Egípcio)
- Que montanhas lindas! A neve é real ou artificial? (num resort montanhoso)
- Olá, onde é que fica a praia? (num resort montanhoso)
Em Portugal:
- Importa-se que eu me esconda aqui até a minha mulher se ir embora?
- Disseram-me que a vidente era aqui...
- As pegadas de dinossauros são verdadeiras?
- Quem foi o homem que fez estas pedras? (referindo-se às grutas)
- É aqui a casa de banho pública?
- Onde é que fica aquela cidade bonita chamada Algarve? (no Algarve)
- É possível ir a pé até Espanha? (no Algarve, perguntado por uma idosa com bengala)
- Sabe se Lisboa é perto de Lisbon?
- Os sinais de trânsito em Portugal são iguais aos de Inglaterra?
No Reino Unido:
- Pode dizer-me por onde passa a «Tour Mistério»?
- Onde é que encontramos casas com chapéus de palha?
Nos Países Baixos:
- Onde é que encontro esta vila de vacas? (apontando para uma foto de uma vaca num mapa)
- Onde é que posso ir para ver a maratona de patinagem no gelo? (durante o Verão)
- Onde é que posso encontrar o centro histórico de Roterdão? (perguntado por alemães, sendo que o Exército Alemão destruiu a cidade durante a II Guerra Mundial)
- Onde é que encontro um soutien, tamanho de copa G?
- Qual é a razão para tantas caixas de pássaros à beira da estrada? (referindo-se às caixas de correio)
Na Irlanda:
- Onde é a floresta de duendes?
- Não acredito que vocês também têm telemóveis cá!
- Porque é que não aceitam dólares?
- Todas as pessoas falam inglês neste Posto de Turismo?
Na França:
- Qual é a diferença entre Paris e o resto da França?
- Os barcos do Sena mexem-se mesmo ou ficam só atracados?
- Onde é que encontro a senhora com o sorriso? (referindo-se à Mona Lisa)
- Os esgotos de Paris são debaixo de terra?
- O Hotel Gay Lussac é só para homossexuais?
Em Espanha:
- A que horas fecha a Puerta del Sol?
- Onde é a praia? (em Madrid)
Falta aqui a melhor que me fez uma americana aqui em Madrid: "onde se apanha o barco para Barcelona?"
Na Suécia:
- Podemos levar o nosso porquinho-da-índia de férias para a Suécia?
- Até que distância de Estocolmo é que temos que viajar para ver ursos, alces e lobos na floresta? Há autocarros para lá?
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