quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Pandemia ataca laboratórios mundiais


Anda aí um virus altamente contagioso. Este virus denominado por Euros é, ao contrário do resto, altamente benéfico para a saúde mas infelizmente, e apesar de ser muito contagioso, só ataca uma escassa parte da população. As vitimas deste virus estão restringidas aos laboratórios farmacêuticos atingindo só na Europa  a quantia de 5 000 000 000 de bactérias. Parece que este virus teve inicio nos Estados Unidos quando um cientista de nome Donald Rumsfeld, antigo secretário da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque, registrou a patente para a cura para desta doença com o nome de Tamiflu e mais tarde a vendeu ao laboratório Roche.



Vão ser investigadas as alegadas pressões que a indústria farmacêutica exerceu sobre a Organização Mundial de Saúde e que levaram os governos a comprar a vacina em grandes quantidades.

Cinco mil milhões de euros (5 000 000 000), um número com nove zeros que impressiona em anos de crise.

O fabrico de antivirais e vacinas contra a gripe A deu um tal impulso à indústria farmacêutica, que levanta agora sérias dúvidas. O Conselho da Europa prepara-se para investigar o caso e quer criar uma comissão de inquérito para perceber se os laboratórios pressionaram a Organização Mundial de Saúde e a levaram a declarar a pandemia.

Um dos responsáveis do Conselho da Europa fala em falsa pandemia da gripe criada em benefício da indústria farmacêutica.

No dia 25 de Janeiro, o organismo promove em Estrasburgo um debate focado no exagero da OMS sobre os perigos da gripe A.

Só a Glaxo, o laboratório que fornece as vacinas para Portugal, teve 2.642 milhões de euros de lucro.

O Ministério da Saúde encomendou 6 milhões de vacinas. Até 5 de Janeiro só tinha recebido 470 mil doses. Ainda assim, há dias, Francisco George garantia que não sobram.

O mesmo não acontece noutros países europeus como a Holanda, a França, a Alemanha ou a Suiça. A França, por exemplo, pediu 94 milhões de doses. Tem agora 50 milhões a mais.

A gripe A matou 83 pessoas em Portugal. Em Julho, as autoridades nacionais de saúde previam que o vírus pudesse matar duas mil e 500. 


in sic.sapo.pt/online

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